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Hoje, ficamos por aqui sobre… Design – Final

Hoje ficamos por aqui sobre Design

E hoje apresentamos o último capítulo da nossa série. Desta vez, a pegada é mais técnica, para os entusiastas mas também para os eternos sedentos por conhecimento. Boa leitura!

 

O cartão de visitas morreu?

Não! O cartão de visitas resistiu, pelo menos “até ontem”. Ele é o rádio dos materiais de expediente. Não que não se façam mais envelopes, pastas e papéis timbrados, mas é fato que a revolução digital deixou para trás muitos materiais de identidade visual tradicionais. Mas como toda revolução, sai um status quo, entra outro. Há tempos chamamos os materiais para empresas nascentes de “enxoval”. Porque é inevitável que elas vão precisar de ações mínimas para construir sua imagem corporativa junto aos clientes, fornecedores, funcionários e sociedade. Assim como o bebê vai precisar do mínimo para crescer forte e saudável. Desde ao naming (leia sobre, aqui) até à pasta para propostas comerciais se incorporaram inúmeras peças digitais, nunca pensado pela geração do cartão de visitas… Pois hoje é obrigatório pensar em assinatura de e-mail, cover e avatar para redes sociais, template para apresentações digitais e para posts de redes sociais, e cartão de visitas… digital. E o velho MIV “de guerra” (Manual de Identidade Visual) precisou se adaptar, tendo que mostrar a escala em RGB do logotipo e distribui-lo na rede interna da empresa. Mas ainda deixando “aquela” página reservada. Para o cartão de visitas.

Não que não se façam mais envelopes, pastas e papéis timbrados, mas é fato que a revolução digital deixou para trás muitos materiais de identidade visual tradicionais.

 

Por que A4?

Você sabe de onde vem o famoso tamanho de papel chamado de A4? Pois nada mais é que uma classificação de formatos que os alemães padronizaram no início do século passado por meio de uma norma ISO. Foram definidas três séries de papel: a A, a B e a C. Com o uso, a série A se tornou mais popular, apesar de a B ser muito consumida pela indústria gráfica. E de onde vem o 4? Simples: o maior formato das séries sempre começa pelo zero. O da A, por exemplo, é de um metro quadrado. Então dobrando-se esta folha de papel teremos o A1. Dobrando de novo teremos o A2, e assim por diante, até o A10. Muito conhecido também pelos trabalhos escolares, o formato A3 mede 42×29,7cm, sendo o A4, portanto, a metade dele, ou seja, 21×29,7cm. Já o A5 é o famoso receituário, com 14,85x21cm. Outra curiosidade é que este padrão não é muito usado nos EUA e Canadá, que padronizaram como Carta (Letter), Ofício (Legal) e Tabloide. Soam familiares para você também, não?

Muito conhecido também pelos trabalhos escolares, o formato A3 mede 42×29,7cm, sendo o A4, portanto, a metade dele, ou seja, 21×29,7cm.

 

E o e-mail marketing, hein?

E-mail marketing, ou EMM, como chamamos na agência, é uma das primeiras práticas que a internet possibilitou à comunicação em massa, mas pelo intenso uso acabou se tornando um incômodo, promovendo o advento de inúmeras ferramentas anti-spam. Apenas de 5 a 20% dessas mensagens são efetivamente lidas pelo destinatário. Por isso, é importante evitar alguns erros comuns na produção, como imagem inteira no corpo do e-mail, palavras “suspeitas” no assunto – promoção, atenção, compre, ligue agora, urgente – ou o uso de um código “sujo” – como converter um docx em html, por exemplo. Sobre código, inclusive, vale a pena saber que cada programa de e-mail reage de um jeito diferente. Só para exemplificar, o Office Outlook não reconhece a tag “style” e o Gmail não aceita o atributo “usemap”. Por isso, ou você usa o html mais puro possível ou testa o e-mail marketing no maior número de programas que puder. O melhor mesmo é contratar um serviço de disparo de e-mails. O MailChimp, por exemplo, oferece mil disparos por mês e 500 contatos na sua versão free. A grande vantagem é poder controlar quem recebeu, quando recebeu, quem se descadastrou e para quem chegou como spam, gerenciamento impossível de se fazer se for enviar do seu programa de e-mail manual e indiscriminadamente.

Apenas de 5 a 20% das mensagens de e-mail marketing são efetivamente lidas pelo destinatário. Por isso, é importante evitar alguns erros comuns na produção.

 

 

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Se você perdeu os outros “episódios”, leia aqui a primeira parte, aqui a segunda e aqui a terceira parte. E muito obrigado pela audiência!

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Quando decidimos fazer este novo site, pensamos: “precisamos de um blog”. Não só para ranquear (afinal, casa de ferreiro…), mas principalmente porque queríamos colocar para fora o que pensamos nestes mais de vinte anos, e nos próximos. E olha que tem coisa.

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